Diálogo com a sociedade

Entre os mais urgentes desafios da sociedade brasileira está a construção de políticas culturais democráticas e cidadãs. Leonardo Brant faz parte dessa história investigando, propondo discussões e criticando políticas e os modos de conduzi-las. Selecionamos aqui alguns artigos históricos sobre políticas culturais, mercado e diversidade, garimpados de publicações do Brasil e do exterior:

Dimensões culturais para a crise financeira

A mais recente crise financeira atingiu a força centrípeta do capitalismo e colocou em xeque todos os sistemas, cartilhas e dogmas que conduzem a gestão das empresas, dos Estados democráticos e aquilo que resolvemos denominar globalização.

Patrocínio cultural na era da convergência

Os abalos sísmicos provocados pela convergência digital e pela crise econômica internacional têm reflexos diretos na indústria cultural e no investimento privado em cultura. A indústria busca maneiras de se reinventar, traçar novos modelos de negócio, evitando o alastramento da asfixia sofrida pelo mercado fonográfico para outros setores como audiovisual, mídia impressa e radiodifusão.

Cultura é Poder

O que é Cultura? Qual a sua função pública? Existe uma relação direta entre cultura e desenvolvimento? Podemos pensar em sustentabilidade sem considerar a questão cultural? Pra que serve uma política cultural? Qual a sua relação com o mercado? Como o poder público pode intervir na dinâmica cultural de uma sociedade? Como o artista e o agente cultural enfrentam os desafios da pós-modernidade?

Uma abordagem multidimensional para a atividade cultural

O reconhecimento da cultura como atividade econômica é muito recente. Até o final do século 20 a tratávamos apenas como patrimônio simbólico. Tanto nos estudos antropológicos quanto nos sociológicos, aprendemos a enxergá-la como coisa dada, o que está impresso em nossos códigos de convivência e consolidamos como civilização.

Arte-cidadania

Todo ser humano é único e original. Tem direito à sua própria forma de pensar. E pensar é a condição para a liberdade de se reconhecer, de compreender a realidade com lucidez, de discernir entre os limites e os potenciais que nos permitem relacionar-nos com a sociedade e transformá-la.

Cultura e Cidadania Corporativa

A corrida do ouro da cultura teve início com a polêmica Lei Sarney, ainda na década de 80. Logo após o desmanche promovido na Era Collor, recriou-se o sistema sob o selo de “Lei Rouanet”, que disseminou pelos quatro cantos do Brasil o lema “Cultura é um bom negócio”. O empresariado brasileiro aprendeu que cultura é bom para o negócio.

Globalização e culturas locais

O objetivo desse estudo é estabelecer uma relação entre a política pública aplicada no Brasil e sua interface com o modelo de globalização vigente, suas conseqüências na política internacional e a questão da diversidade cultural.

Diversidade Cultural no Brasil

O objetivo deste é traçar um panorama sobre a diversidade cultural no mundo e suas implicações e dimensões no Brasil, criando bases para estabelecer uma agenda política consistente sobre os efeitos da globalização nas culturas locais, particularmente a brasileira.

Faces da Cultura

Nos últimos tempos, cultura passou a fazer parte do vocabulário do mundo corporativo. Impulsionadas pela presença cada vez mais marcante das leis de incentivo à cultura, existentes nos âmbitos federal, estadual e municipal, muitas empresas passaram a incluir a cultura como item estratégico para o seu posicionamento de mercado.

Políticas culturais privadas

Criadas para se tornar ponte estratégica entre o setor privado e a cultura, vista como área de alto interesse estratégico para o desenvolvimento social, as leis foram comemoradas como uma via possível frente ao desmanche do setor, promovido pela Era Collor.

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